plantei sementes de vento
em nuvens de algodão
pra soprar o fim o verão
e poder chover com calma
enquanto decanto minha alma
21 de março de 2009
28 de janeiro de 2009
num minuto distraído
traído pela minha atenção
esqueço do mundo
me perco
num segundo nu
múltiplo segundo
múltiplo sê mundo
quem quer saber do ar
quem quer saber tragar
quem quer saber dos outros
quem quer saber do pouco que tem fora daqui
quem quer saber do espaço
que existe entre as coisas
ou vazio
dentro das coisas
quem quer saber do tempo
quem quer saber do lamento
quero só saber
de não saber de nada
nem escudo nem espada
nem estudo nem escala
nem tudo nem nada
quero esquecer do segundo
me perder num mundo
que o tempo seja mudo
traído pela minha atenção
esqueço do mundo
me perco
num segundo nu
múltiplo segundo
múltiplo sê mundo
quem quer saber do ar
quem quer saber tragar
quem quer saber dos outros
quem quer saber do pouco que tem fora daqui
quem quer saber do espaço
que existe entre as coisas
ou vazio
dentro das coisas
quem quer saber do tempo
quem quer saber do lamento
quero só saber
de não saber de nada
nem escudo nem espada
nem estudo nem escala
nem tudo nem nada
quero esquecer do segundo
me perder num mundo
que o tempo seja mudo
Marcadores:
existência,
sensação,
verso
20 de janeiro de 2009
objeto
poe-
sia
é
que
nem
pensamento
sem
o
que
pen-
sar
pensamento
não
há.
Poe-
sia
só
tem se há
al-
go
que
dê
pra
se poetar.
sia
é
que
nem
pensamento
sem
o
que
pen-
sar
pensamento
não
há.
Poe-
sia
só
tem se há
al-
go
que
dê
pra
se poetar.
Marcadores:
sobre poesia,
verso
Assinar:
Postagens (Atom)