nunca se perdeu tanto tempo
discutindo sobre o tempo
nunca pensamos tanto em espaço
perdendo tanto espaço
mas há tempo somos prolixos
sem nada pra dizer
continuamos sedentos
sem saber o que querer
perdidos sem querer
estupefados sem saber
e gastando o tempo
só pra passar o tempo
acusa pra não carregar culpa
aponta pra sair da ponta
e lavamos as mão pra tanta sujeira
enquanto rimos de toda essa grande besteira
11 de novembro de 2008
6 de novembro de 2008
voz
mesmo que eu dominasse a lingua dos monstros
ou fosse capaz de produzir esses estrondos
não acataria essa sua mentalidade hostil
ou partilharia do espírito vil
mesmo que não faça sentido me dar ouvido
ou que essa experiência não tenha coerência
tudo que se fale de algo vale
mesmo que seja capricho ou vá pro lixo
me acusa de subversão porque meu discurso não tem inteção
e eu me pergunto o que esotu fazendo
e se não estou me contradizendo
é uma pena que a verdade não seja assim tão plena
pensando bem, vou mais além
por nosso conflito é que existo
ou fosse capaz de produzir esses estrondos
não acataria essa sua mentalidade hostil
ou partilharia do espírito vil
mesmo que não faça sentido me dar ouvido
ou que essa experiência não tenha coerência
tudo que se fale de algo vale
mesmo que seja capricho ou vá pro lixo
me acusa de subversão porque meu discurso não tem inteção
e eu me pergunto o que esotu fazendo
e se não estou me contradizendo
é uma pena que a verdade não seja assim tão plena
pensando bem, vou mais além
por nosso conflito é que existo
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27 de outubro de 2008



Acredito estar bem explicado aqui, agora começarei a fazer contato com meus contatos.
E descupem os erros de grafia, qualquer hora os corrijo.
E descupem os erros de grafia, qualquer hora os corrijo.
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nota
como me encontrar agora?
sentado no fim do furacão
se tudo passou violento
em forma de desconstrução
e mais rápido que auróra
será que paro para respirar
ou construo novas velas para navegar
ainda sinto as vozes ecoando
os acordes ressoando
e as vezes se acumulando
tudo espalhado pelo chão
até imagens espelhadas
que logo se vão
tenho inteção e tenho obrigação
só não sei onde encontro opção
a ventania vai e volta
e com sorte me traz devolta
um saudoso recomeço
que sempre nasce com medo
sentado no fim do furacão
se tudo passou violento
em forma de desconstrução
e mais rápido que auróra
será que paro para respirar
ou construo novas velas para navegar
ainda sinto as vozes ecoando
os acordes ressoando
e as vezes se acumulando
tudo espalhado pelo chão
até imagens espelhadas
que logo se vão
tenho inteção e tenho obrigação
só não sei onde encontro opção
a ventania vai e volta
e com sorte me traz devolta
um saudoso recomeço
que sempre nasce com medo
24 de outubro de 2008
meu espaço me envolve
enquanto o tempo se dissolve
me fomentam a sensação
sinto a percepção
que eu mesmo criei
em função do movimento
que conduz meu experimento
amanhã eu (re)tento
o que já iniciei
me cansei
mas repensei
acabei percebendo
outra vez
acabou acontecendo
recomeçarei, talvez
enquanto o tempo se dissolve
me fomentam a sensação
sinto a percepção
que eu mesmo criei
em função do movimento
que conduz meu experimento
amanhã eu (re)tento
o que já iniciei
me cansei
mas repensei
acabei percebendo
outra vez
acabou acontecendo
recomeçarei, talvez
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