O vento frio entra, eu acho que pela fresta da porta, pra me gelar os dedos e os pés. O cachecól me esquenta as bochechas. Por um monte de fios me chega aos ouvidos George Harrison, sítara e backwards.
...e sem idéia de como ocupar o tempo o garoto escreve sua pseudo poesia...
ou
...e sem saber como se expressar o garoto esbarra em versos toscos...
ou
...e sem saber o que tem pra expressar o garoto expressa qualquer coisa que sente...
Sobre a cabeça a madruga (dentro dela não sei), sobre meus pés o assoalho aqui de casa, aponta contra o monitor meu nariz. Na internet posso optar por ver tanto senso comum como senso comum do anti senso comum. Putz, em qual eu tinha que me encaixar?
..sem a mínima do noção de porque ainda não foi pra cama, o pseudo poeta coloca uma questão aleatória...
ou
...o poeta amador pensa em algo relevante ao seu meio, e tenta expor a questão aos que se proporem a lê-lo...
ou
...pega no ar o que lembra, adapta, em seguida joga aos leitores a questão sobre a qual meditou mais cedo...
ou não
Fazer poesia pra preencher o tempo? ou fazer Poesia pra encher o VAZIO VAZIU VAZIL? Pelo menos fazer? Ou menos? Ou não.
27 de julho de 2007
21 de junho de 2007
Oh, sim
Dançando e cantanto a noite penetrando a música entrando explodindo e levitando sem nada pra preocupar vê os ossos saltitar o esqueto balançar o corpo requebrar o sangue palpitar o coração indicar com olhos a meditar ondas e ondas sentindo o que vem e vai em harmonia tudo é um e um é todo que se pode ser que mais se pode querer?
17 de junho de 2007
Onde fica o próximo bar? Mostre-me
Existencialismo barato à la Dadá
Café e cigarros (denovo)
Mente ociosa ou pensamentos significativos
Fome de mudança ou deixar tudo pra depois
Entendeu mesmo Morrison ou só gosta porque disseram que foi um ícone?
E vale a pena organizar um movimento?
Não é mais fácil ser orientado pelo carnaval?
Se o Pós moderno te deixou um escravo
Seja o melhor escravo que se possa ser
Vale a pena fugir disso?
Não seria tudo tudo uma grande futilidade?
Afinal, qual o ideal?
Alguém liga?
Se o objetivo maior é apenas rir
Ganha quem ri, e perde quem é o motivo dos risos
Muitas interrogações e uma exclamação me palpita o sangue
Não é bem isso...
Café e cigarros (denovo)
Mente ociosa ou pensamentos significativos
Fome de mudança ou deixar tudo pra depois
Entendeu mesmo Morrison ou só gosta porque disseram que foi um ícone?
E vale a pena organizar um movimento?
Não é mais fácil ser orientado pelo carnaval?
Se o Pós moderno te deixou um escravo
Seja o melhor escravo que se possa ser
Vale a pena fugir disso?
Não seria tudo tudo uma grande futilidade?
Afinal, qual o ideal?
Alguém liga?
Se o objetivo maior é apenas rir
Ganha quem ri, e perde quem é o motivo dos risos
Muitas interrogações e uma exclamação me palpita o sangue
Não é bem isso...
27 de maio de 2007
Delírio de lírio
Campos de lírio, colher delírio
Colher de lírio nos campos de lírio
Campos de delírio, colher de delírio
Campos de lírio, o trem no trilho
Trem no trilho dos campos de delírio
Campos de lírio e o trem de delírio
Colher lírio na colher de delírio
Colher de delírio no trem de lírio
Trem de lírios nos campos de lírio
Colher de lírio nos campos de lírio
Campos de delírio, colher de delírio
Campos de lírio, o trem no trilho
Trem no trilho dos campos de delírio
Campos de lírio e o trem de delírio
Colher lírio na colher de delírio
Colher de delírio no trem de lírio
Trem de lírios nos campos de lírio
22 de maio de 2007
Insenso, café e sono
Insenso, insenso, insenso
Eu durmo, sonho e acordo querendo mais
Insenso, café e chá
Cigarro, café e Bob Dylan
Leio, risco e escrevo
Sono, sono, sono
Olheiras, cabelo sem lavar e reflexo cansado
Fogo no poema dadaista, risadas e amizades
Acordes dissonantes, televisão e céu sem estrelas
Insenso, insenso, insenso
Café, cigarros e preguiça
Sono, sonhos e cansaço
Vivo, morro e continuo continuando querendo e querendo
o meu alter ego anda meio morto desde que me mudei, mas ainda existo
Eu durmo, sonho e acordo querendo mais
Insenso, café e chá
Cigarro, café e Bob Dylan
Leio, risco e escrevo
Sono, sono, sono
Olheiras, cabelo sem lavar e reflexo cansado
Fogo no poema dadaista, risadas e amizades
Acordes dissonantes, televisão e céu sem estrelas
Insenso, insenso, insenso
Café, cigarros e preguiça
Sono, sonhos e cansaço
Vivo, morro e continuo continuando querendo e querendo
o meu alter ego anda meio morto desde que me mudei, mas ainda existo
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